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    <title>Capela Sto. Isidoro :: Paroquias.org</title>
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    <description><![CDATA[Reflexão do dia da Capela Sto. Isidoro - Paroquias.org.]]></description>
    <language>portuguese</language>
    <pubDate>Sun, 28 Feb 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
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    <category>Capela Sto. Isidoro :: Paroquias.org</category>
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        <title>Paroquias.org</title>
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      <title>«Enquanto orava...».</title>
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      <author>AO</author>
      <description><![CDATA[Na Transfiguração de Jesus, de que nos fala o Evangelho de hoje, o rosto do Senhor tornou-se resplandecente e a sua figura refulgiu, quando Ele «subiu ao monte para orar». Foi então que o Pai Se manifestou e revelou aos três acompanhantes de Jesus: «Este é o meu Eleito: escutai-O!» Já no Baptismo, no Jordão, o Pai Se revelara ao próprio Jesus, com as palavras: «Tu és o meu Filho muito amado; em Ti pus todo o meu enlevo» (Lc 3, 22). E também, na mesma cena do Baptismo, se lê que o céu se abriu e que Jesus ouviu a voz do Pai «no monte em que Se encontrava em oração, depois de ter sido baptizado».Talvez só aos poucos, na oração, Jesus tenha tomado, progressivamente, consciência da sua filiação divina e da sua missão salvadora e redentora, e do tipo de Messianismo sofredor por que acabou por optar.Em oração, devemos nós, filhos adoptivos, fazer a experiência da paternidade de Deus e da nossa condição de filhos amados e eleitos de Deus. Precisamos da experiência da Transfiguração, para sermos capazes de enfrentar, com os mesmos três Apóstolos ali presentes, as horas da Agonia, da Paixão e da morte, com Jesus Cristo, caminho inevitável para se chegar ao esplendor e à luminosidade cintilante da Ressurreição e da glória. Oração: falar e ouvir. Aprende-se a rezar, rezando. Não há regra, para os cristãos, de quantas vezes ao dia devem fazer oração. O Evangelho fala-nos da «obrigação de orar sempre, sem desfalecer» (Lc 18, 1). «É verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação, dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, por Cristo Nosso Senhor» - ouvimos no Prefácio de todas as celebrações da Eucaristia. Dar graças é uma das formas mais nobres de oração, talvez demasiado esquecida e pouco praticada. Certo é que devemos rezar todos os dias. Sirva-nos de estímulo e de critério o exemplo de Jesus e a oração do Pai-Nosso, que Ele nos ensinou.Mais que o «quanto tempo», importa o modo como se reza. Importa que a oração seja fonte e raiz para uma relação minha mais profunda, mais viva, mais constante, com Jesus. É preciso que nos habituemos a ela, até que se torne imprescindível no nosso quotidiano. Custa a começar, mas sentimos que faz bem. É um exercício que exige esforço, mas vale a pena, porque dá frutos.Rezar é falar com Deus. Podemos dizer-Lhe tudo, queixar-nos, protestar, insistir. Mas aprendamos também a aguardar resposta. À medida que se vai progredindo na oração, cada vez mais esta passa a consistir mais em ouvir do que em falar. Reflictamos, diante de Deus, em quanto Lhe devemos, em quanto recebemos de graça, porque Ele pensou/pensa em mim, porque é meu amigo e me ama. Ouvi-Lo, também significa recorrer mais e mais às palavras e mensagens do Evangelho, em que aprendemos a chamar a Deus nosso Pai: um Pai misericordioso, presente, atento, carinhoso. Falar com Ele e escutá-Lo, serena a nossa alma, acalma as nossas iras e impaciências, torna-nos compreensivos e disponíveis.Se rezamos todos os dias, Deus ouve-nos; nós sentimos os efeitos da oração; os outros dar-se-ão conta de que rezar é indispensável e modifica as pessoas, para bem dos que rezam e de quem convive com elas.]]></description>
      <category>Reflexão do dia</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.u807237599_gaioqor.org/capela/?2899</guid>
      <pubDate>Sun, 28 Feb 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Sede perfeitos como o vosso Pai é perfeito.</title>
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      <author>AO</author>
      <description><![CDATA[Se não fosse Jesus a dizer isto, eu responderia: «Deves estar a brincar comigo». Tendo sido Jesus a dizê-lo, pergunto-me: «Será que Jesus dizia assim umas coisas (impossíveis) para nos animar?» Parece-me que isso seria muito infantilizante. É impossível sermos iguais a Deus. Mas não é impossível amarmos quanto pudermos, que é o que Deus faz.]]></description>
      <category>Reflexão do dia</category>
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      <pubDate>Sat, 27 Feb 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>A tua oferta sobre o altar...</title>
      <link>http://www.u807237599_gaioqor.org/capela/?2897</link>
      <author>AO</author>
      <description><![CDATA[Não podemos estar com Deus, zangados com os irmãos, porque isso é um contra-senso. Deus é o amor. Logo, se odiamos não temos amor. É tão simples quanto isso. Gostava, no entanto, de esclarecer uma coisa. Se somos a parte ofendida, é natural que estejamos ofendidos, magoados ou que tenhamos tido que cortar relações com alguém. Não é a isto que Jesus Se refere. Jesus refere-Se a termos ódio, a desejarmos mal a alguém. Neste aspecto, se tiver dúvidas, recorra a alguém que não decida por si, mas que o ajude a pensar.]]></description>
      <category>Reflexão do dia</category>
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      <pubDate>Fri, 26 Feb 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>O que quiserdes que os homens vos façam…</title>
      <link>http://www.u807237599_gaioqor.org/capela/?2896</link>
      <author>AO</author>
      <description><![CDATA[O «problema» é que isto é uma norma de caridade e não uma norma para depois de o «bem estar feito» irmos pedir retribuição. Quando fala da maneira como devemos emprestar e dar, Nosso Senhor é bem claro: gratuitamente. Este fazer bem aos outros o que gostaríamos que nos fizessem está na linha de amar os outros como nos amamos. E mesmo isso tem que ser discernido, porque eu posso gostar que me façam «X» e outro não achar graça nenhuma.]]></description>
      <category>Reflexão do dia</category>
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      <pubDate>Thu, 25 Feb 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Porque fizeram penitência ao ouvirem a pregação de Jonas.</title>
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      <author>AO</author>
      <description><![CDATA[Há pessoas que entendem que as penitências corporais que infligem dor ao próprio e não contribuem para a felicidade de ninguém deviam ser substituídas por actos de amor ao próximo. Sem discutir se sim, se não, observo: é preciso que esses actos sejam feitos. Que a penitência corporal não seja trocada por nada. Que não seja leve mas que exija do penitente. Que exija trabalho forte, renúncia a coisas que queria comprar, que seja um amor provado e não um amor para meu gozo.]]></description>
      <category>Reflexão do dia</category>
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      <pubDate>Wed, 24 Feb 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Pensam que serão atendidos por falarem muito.</title>
      <link>http://www.u807237599_gaioqor.org/capela/?2894</link>
      <author>AO</author>
      <description><![CDATA[O sermos atendidos depende - pelo menos - de três coisas. Do alinhamento com a vontade de Deus, da clareza de ideias (imagens e sentimentos) sobre aquilo que queremos, da profundidade da nossa oração, da ausência de ansiedade e de fazermos tudo o que está ao nosso alcance. A ausência de ansiedade é necessária porque é uma manifestação de falta de fé e porque nos impede de avançarmos serenamente. Devemos fazer tudo o que está ao nosso alcance para a domar. Sobre as outras características, examine-se o leitor. Sem ansiedade.]]></description>
      <category>Reflexão do dia</category>
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      <pubDate>Tue, 23 Feb 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Quem dizem os homens que Eu sou?</title>
      <link>http://www.u807237599_gaioqor.org/capela/?2893</link>
      <author>AO</author>
      <description><![CDATA[É relativamente fácil dizermos quem Jesus é. O que é que nos importa ser? Muitas vezes, não pensamos: Eu sou melhor que tu porque me fiz pobre por querer. Eu cito «A Campanha das Gálias», Adília Lopes e Pouchkine enquanto tu (só) sabes a vida das apresentadoras da TV. Eu fiz-me rico enquanto a tua riqueza chegou de bandeja. Eu rezo, e até me confesso!, e tu não. Tu chamas-te X e eu Y de Z e J. Eu sou magra e tu és gorda. Todos sabemos que isto não é evangélico. Mas está-nos mais enraizado que o ADN. (Oh se está!) Como é que o vai desenraizar?]]></description>
      <category>Reflexão do dia</category>
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      <pubDate>Mon, 22 Feb 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Possuir, prestígio, poder.</title>
      <link>http://www.u807237599_gaioqor.org/capela/?2892</link>
      <author>AO</author>
      <description><![CDATA[A fim de fazerem carreira, quantos «vendem a alma ao diabo», atraiçoando a consciência, a honestidade e a justiça! É tão comum e frequente a tentação da corrupção, recorrendo à mentira ou às meias-verdades! Todos, sem excepção, estão expostos a todo o tipo de tentações. Nem Deus feito Homem Se esquivou a elas. Jesus foi tentado: no começo da sua vida pública (Evangelho de hoje), certamente que também durante as suas andanças apostólicas, até à tentação final, indubitavelmente a mais terrível, no Jardim das Oliveiras (Agonia) e suspenso na cruz.O dinheiro e os bens materiais, o êxito, o prestígio e o poder são forças poderosíssimas de sedução, que nos podem desviar do caminho que nos é apontado pela consciência e pelo mandamento do amor. Jesus foi tentado. Foi tentado a optar por um messianismo político, ao gosto do povo, conducente ao acesso rápido ao poder e ao êxito fácil. Resistiu, porque, em oração longa, discerniu que não ia por essa via a vontade do Pai, e dispôs-Se a suportar a hostilidade dos poderosos, com quem não pactuou. Só depois da Ressurreição entrou na glória e venceu o mundo. A força para a fidelidade veio-Lhe do recurso permanente à oração, pois, como narra o Evangelho, «retirava-Se para lugares solitários e entregava-Se aí à oração» (Lc 5, 16); «passou a noite a orar a Deus» (Lc 6, 12); «posto de joelhos, começou a orar, dizendo: Pai, se quiseres, … Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação» (Lc 22, 42-46).Resistir, com Jesus. Lemos, na 1ª Carta de S. Pedro: «O diabo, vosso adversário, anda ao redor de vós, como um leão que ruge, buscando a quem devorar. Resisti-lhe, firmes na fé…» (1 Pe 5, 8). Nos 40 dias de deserto, Jesus «aguentou». É o que temos que fazer: aguentar! - Aguentar o tempo: saber esperar, não perder a esperança; aguentar a solidão e o desconforto, sem desanimar; aguentar-nos a nós mesmos, com as limitações pessoais, com os erros que cometemos, com a imperfeição de que nos não libertamos, com os problemas que não sabemos e/ou não podemos resolver; suportar o abismo existente entre os meus ideais e a diminuta concretização deles. - Aguentar os outros: diferentes de nós no modo de pensar, de sentir, de actuar; suportar o mundo com os seus enigmas, as suas crueldades, os sofrimentos inexplicáveis, com as suas mudanças imprevistas ou indesejáveis. - Aguentar a Igreja, com as suas deficiências, a sua aparente imobilidade, os seus membros demasiado «humanos» e pecadores. - Aguentar o próprio Deus, que não dá respostas claras às nossas interrogações, que permite que soframos e façamos sofrer!Que fazer, para vencer as tentações? Dar tempo a Deus, no recolhimento, no exame de consciência, na revisão de vida. Dê-nos o Senhor a graça de acreditarmos que é «tempo de graça» o tempo que nos dá. Não nos refugiemos nos «bons velhos tempos», exercitemos a paciência: connosco próprios, com os outros, com Deus. Deixemos as coisas evoluir com a lentidão que todo o crescer e amadurecimento requerem, sem protestos. O nosso tempo está nas suas mãos!]]></description>
      <category>Reflexão do dia</category>
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      <pubDate>Sun, 21 Feb 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Porque comeis e bebeis com os pecadores?</title>
      <link>http://www.u807237599_gaioqor.org/capela/?2891</link>
      <author>AO</author>
      <description><![CDATA[Perguntavam os fariseus. De facto, os pecadores dão muito má reputação a quem os frequenta. Por exemplo, nenhum homem de bem pode ser amigo de uma menina que aluga o corpo. Arruína a sua reputação e a dos que estão à volta. Leia-se família, outros sacerdotes, partido político, etc. Num meio fechado (ou «aberto»), não nos devemos dar com as pessoas ostracizadas. Senão, também somos ostracizados. Ora, acontece que nós temos uma cabeça para pensar, um coração para amar e uma oração para actuar. E os critérios do mundo a acobardar-nos.]]></description>
      <category>Reflexão do dia</category>
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      <pubDate>Sat, 20 Feb 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>De que nos serve jejuar…</title>
      <link>http://www.u807237599_gaioqor.org/capela/?2890</link>
      <author>AO</author>
      <description><![CDATA[Hoje é dia de jejum e abstinência. Vai jejuar. (Ou jejuou?) Porquê? Porque a Igreja manda? E porque é que a Igreja manda? Suponho que não faz coisas só porque a Igreja manda. Ou porque se não se faz é pecado. E também não devemos passar ideias de comportamento de autómato às crianças, muito menos aos adolescentes. Porque estes, se tiverem dois dedos de testa, ou procuram saber o fundamento do que a Igreja diz ou abandonam a Igreja, com a razão ou desculpa - foi fornecida pelos adultos - de que temos uma religião que nos infantiliza. Já agora, porque é que temos que ir à missa uma vez por semana e não duas?]]></description>
      <category>Reflexão do dia</category>
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      <pubDate>Fri, 19 Feb 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
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