| Liturgia de 25 Jun
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Liturgia das Horas: Quarta-feira IV
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Terça-feira, 23 de Junho de 2026 - TERÇA-FEIRA da semana XII |
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  LEITURA I 2 Reis 25, 1-12 «Judá foi exilado para longe da sua terra» (25, 21) Leitura do Segundo Livro dos Reis No nono ano do reinado de Sedecias,
no dia dez do décimo mês,
Nabucodonosor, rei de Babilónia
veio atacar Jerusalém com todo o seu exército.
Acampou diante da cidade
e levantou trincheiras ao seu redor.
Jerusalém ficou sitiada até ao undécimo ano do reinado de Sedecias.
No dia nove do quarto mês,
enquanto a fome se agravava na cidade
e o povo já não tinha alimento,
abriram uma brecha nas muralhas da cidade.
Então o rei fugiu de noite, com todos os guerreiros,
pela porta entre os dois muros, que ficava junto do jardim real,
? enquanto os caldeus cercavam a cidade ?
e seguiu pelo caminho de Arabá.
O exército caldeu perseguiu o rei
e alcançou-o na planície de Jericó,
onde os seus soldados o abandonaram e se dispersaram.
Os caldeus prenderam o rei
e levaram-no a Ribla, à presença do rei de Babilónia,
que pronunciou a sentença contra ele.
Nabucodosor mandou degolar os filhos de Sedecias à vista do pai;
depois vazou-lhe os olhos,
algemou-o com duas cadeias de bronze
e levou-o para Babilónia.
No dia sete do quinto mês,
no décimo nono ano de Nabucodosor, rei de Babilónia,
Nabuzardã, comandante da guarda e oficial do rei de Babilónia,
entrou em Jerusalém.
Incendiou o templo do Senhor, o palácio real
e todas as casas nobres de Jerusalém.
O exército caldeu, às ordens do comandante da guarda,
arrasou as muralhas que rodeavam Jerusalém.
Nabuzardã, comandante da guarda,
deportou o resto do povo que ficara na cidade
e os desertores que se tinham passado para o rei de Babilónia,
enfim, toda a população.
Deixou apenas alguma gente humilde da terra,
para cultivar as vinhas e os campos.
Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 136 (137), 1-2.3.4-5.6 (R. 6a) Refrão: Se eu me não lembrar de ti, Jerusalém,
fique presa a minha língua. Sobre os rios de Babilónia nos sentámos a chorar,
com saudades de Sião.
Nos salgueiros das suas margens,
dependurámos nossas harpas.
Aqueles que nos levaram cativos
queriam ouvir os nossos cânticos
e os nossos opressores uma canção de alegria:
«Cantai-nos um cântico de Sião».
Como poderíamos nós cantar um cântico do Senhor
em terra estrangeira?
Se eu me esquecer de ti, Jerusalém,
esquecida fique a minha mão direita.
Apegue-se-me a língua ao paladar,
se não me lembrar de ti,
se não fizer de Jerusalém
a maior das minhas alegrias.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 22 (23), 1-3a.3b-4.5.6 (R. 1)
Refrão: O Senhor é meu pastor: nada me faltará.
Ou: O Senhor me conduz: nada me faltará.
O Senhor é meu pastor: nada me falta.
Leva-me a descansar em verdes prados,
conduz-me às águas refrescantes
e reconforta a minha alma.
Ele me guia por sendas direitas por amor do seu nome.
Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos,
não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo:
o vosso cajado e o vosso báculo
me enchem de confiança.
Para mim preparais a mesa
à vista dos meus adversários;
com óleo me perfumais a cabeça
e meu cálice transborda.
A bondade e a graça hão-de acompanhar-me
todos os dias da minha vida,
e habitarei na casa do Senhor
para todo o sempre.
EVANGELHO Mt 8, 1-4 «Se quiseres, podes curar-me» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus Ao descer Jesus do monte,
seguia-O uma grande multidão.
Veio então prostrar-se diante d’Ele um leproso,
que Lhe disse:
«Senhor, se quiseres, podes curar-me».
Jesus estendeu a mão e tocou-o, dizendo:
«Eu quero: fica curado».
E imediatamente ficou curado da lepra.
Disse-lhe Jesus:
«Não digas nada a ninguém;
mas vai mostrar-te ao sacerdote
e apresenta a oferta que Moisés ordenou,
para que lhes sirva de testemunho».
Palavra da salvação. | | Fonte: Secretariado Diocesano da Pastoral Litúrgica de Viseu |
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Completas V/ Deus vinde em nosso auxílio.
R/ Senhor socorrei-nos e salvai-nos.
V/ Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo:
R/ Como era no princípio, agora e sempre. Amen.
Façamos uma paragem e passemos em revista o nosso dia. Façamos um exame de consciência, sobre o caminho que nos temos dedicado ao serviço dos outros.
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Hino Clara Luz do Cordeiro,
Já a noite me invade,
Mas fique em mim de vela
A tua claridade.
Dia e noite, Senhor,
Teu braço me sustente:
Que todo o mal se afaste
E todo o bem se aumente.
Enquanto os olhos dormem,
Vigie o coração;
Teu Anjo me acompanhe
E arrede a tentação.
Cai a noite; a tua graça
Nas trevas me alumia,
Até que venha a aurora
Trazer-me o eterno dia.
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Salmodia Antífona 1
Senhor, sede o meu refúgio e a fortaleza da minha salvação.
Salmo 30, 1-6
Em Vós, Senhor, me refugio, jamais serei confundido, *
pela vossa justiça, salvai-me.
Inclinai para mim os vossos ouvidos, *
apressai-Vos em libertar-me.
Sede a rocha do meu refúgio *
e a fortaleza da minha salvação;
porque Vós sois a minha força e o meu refúgio, *
por amor do vosso nome, guiai-me e conduzi-me.
Livrai-me da armadilha que me prepararam, *
porque Vós sois o meu refúgio.
Em vossas mãos entrego o meu espírito, *
Senhor, Deus fiel, salvai-me.
Antífona 1
Senhor, sede o meu refúgio e a fortaleza da minha salvação.
Antífona 2
Do abismo profundo chamo por Vós, Senhor.
Salmo 129
Do profundo abismo chamo por Vós, Senhor: *
Senhor, escutai a minha voz.
Estejam vossos ouvidos atentos *
à voz da minha súplica.
Se tiverdes em conta as nossas faltas, *
Senhor, quem poderá salvar-se?
Mas em Vós está o perdão, *
para serdes temido com reverência.
Eu confio no Senhor, *
a minha alma confia na sua palavra.
A minha alma espera pelo Senhor, *
mais do que as sentinelas pela aurora.
Mais do que as sentinelas pela aurora, *
Israel espera pelo Senhor,
porque no Senhor está a misericórdia *
e com Ele abundante redenção.
Ele há-de libertar Israel *
de todas as suas faltas.
Antífona 2
Do abismo profundo chamo por Vós, Senhor.
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Leitura Breve Ef 4, 26-27 Não pequeis. Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento. Não deis lugar ao demónio.
Responsório Breve
V. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
V. Senhor, Deus fiel, meu Salvador.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
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Benedictus Bendito o Senhor, Deus de Israel *
Que visitou e redimiu o seu povo
E nos deu um Salvador poderoso *
Na casa de David, seu servo,
Conforme prometeu pela boca dos seus santos, *
Os profetas dos tempos antigos,
Para nos libertar dos nossos inimigos *
E das mãos daqueles que nos odeiam
Para mostrar a sua misericórdia a favor dos nossos pais, *
Recordando a sua sagrada aliança
E o juramento que fizera a Abraão, nosso pai, *
Que nos havia de conceder esta graça:
De O servirmos um dia, sem temor, *
Livres das mãos dos nossos inimigos,
Em santidade e justiça na sua presença, *
Todos os dias da nossa vida.
E tu, Menino, serás chamado Profeta do Altíssimo, *
Porque irás à sua frente a preparar os seus caminhos,
Para dar a conhecer ao seu povo a salvação *
Pela remissão dos seus pecados,
Graças ao coração misericordioso do nosso Deus, *
Que das alturas nos visita como Sol Nascente,
Para iluminar os que jazem nas trevas e nas sombras da morte *
E dirigir os nossos passos no caminho da paz.
Glória ao Pai e ao Filho *
E ao Espirito Santo,
Como era no princípio, *
Agora e sempre. Amen.
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Oração Senhor Jesus Cristo, que sois manso e humilde de coração e ofereceis aos que Vos seguem um jugo suave e uma carga leve, aceitai os desejos e as acções deste dia que terminou, e fazei que possamos descansar durante a noite, para continuarmos fiéis e constantes no vosso serviço. Vós que sois Deus com o Pai na unidade do Espírito Santo. Amen.
V. O Senhor omnipotente nos dê uma noite tranquila e no fim da vida uma santa morte.
R. Amen.
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Magnificat A minha alma glorifica o Senhor *
E o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador.
Porque pôs os olhos na humildade da sua Serva: *
De hoje em diante me chamarão bem aventurada todas as gerações.
O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas: *
Santo é o seu nome.
A sua misericórdia se estende de geração em geração *
Sobre aqueles que o temem.
Manifestou o poder do seu braço *
E dispersou os soberbos.
Derrubou os poderosos de seus tronos *
E exaltou os humildes.
Aos famintos encheu de bens *
E aos ricos despediu de mãos vazias.
Acolheu a Israel, seu servo, *
Lembrado da sua misericórdia,
Como tinha prometido a nossos pais, *
A Abraão e à sua descendência para sempre
Glória ao Pai e ao Filho *
E ao Espírito Santo,
Como era no princípio, *
Agora e sempre. Amen.
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