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Oração Diária On-line
Convidamo-lo(a) a criar um espaço sagrado no seu dia, e a passar dez minutos a rezar, aqui e agora, à frente do computador, com orientações no ecrã e um texto bíblico escolhido especialmente para cada dia.
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Pode parecer estranho rezar no computador, em frente a um ecrã, especialmente se houver gente em redor, ou barulhos que distraiam. Mas Deus está em todo o lado, à nossa volta, voltando-se constantemente para nós, mesmo nas situações mais imprevisíveis. Sabendo isto, e com um pouco de prática, pode-se rezar em qualquer lugar!
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Sexta-feira, 30 de Julho de 2010 - SEXTA-FEIRA da semana XVII |
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 «Enquanto orava...».
Na Transfiguração de Jesus, de que nos fala o Evangelho de hoje, o rosto do Senhor tornou-se resplandecente e a sua figura refulgiu, quando Ele «subiu ao monte para orar». Foi então que o Pai Se manifestou e revelou aos três acompanhantes de Jesus: «Este é o meu Eleito: escutai-O!» Já no Baptismo, no Jordão, o Pai Se revelara ao próprio Jesus, com as palavras: «Tu és o meu Filho muito amado; em Ti pus todo o meu enlevo» (Lc 3, 22). E também, na mesma cena do Baptismo, se lê que o céu se abriu e que Jesus ouviu a voz do Pai «no monte em que Se encontrava em oração, depois de ter sido baptizado».
Talvez só aos poucos, na oração, Jesus tenha tomado, progressivamente, consciência da sua filiação divina e da sua missão salvadora e redentora, e do tipo de Messianismo sofredor por que acabou por optar.
Em oração, devemos nós, filhos adoptivos, fazer a experiência da paternidade de Deus e da nossa condição de filhos amados e eleitos de Deus. Precisamos da experiência da Transfiguração, para sermos capazes de enfrentar, com os mesmos três Apóstolos ali presentes, as horas da Agonia, da Paixão e da morte, com Jesus Cristo, caminho inevitável para se chegar ao esplendor e à luminosidade cintilante da Ressurreição e da glória.
Oração: falar e ouvir.
Aprende-se a rezar, rezando. Não há regra, para os cristãos, de quantas vezes ao dia devem fazer oração. O Evangelho fala-nos da «obrigação de orar sempre, sem desfalecer» (Lc 18, 1). «É verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação, dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, por Cristo Nosso Senhor» - ouvimos no Prefácio de todas as celebrações da Eucaristia. Dar graças é uma das formas mais nobres de oração, talvez demasiado esquecida e pouco praticada. Certo é que devemos rezar todos os dias. Sirva-nos de estímulo e de critério o exemplo de Jesus e a oração do Pai-Nosso, que Ele nos ensinou.
Mais que o «quanto tempo», importa o modo como se reza. Importa que a oração seja fonte e raiz para uma relação minha mais profunda, mais viva, mais constante, com Jesus. É preciso que nos habituemos a ela, até que se torne imprescindível no nosso quotidiano. Custa a começar, mas sentimos que faz bem. É um exercício que exige esforço, mas vale a pena, porque dá frutos.
Rezar é falar com Deus. Podemos dizer-Lhe tudo, queixar-nos, protestar, insistir. Mas aprendamos também a aguardar resposta. À medida que se vai progredindo na oração, cada vez mais esta passa a consistir mais em ouvir do que em falar. Reflictamos, diante de Deus, em quanto Lhe devemos, em quanto recebemos de graça, porque Ele pensou/pensa em mim, porque é meu amigo e me ama. Ouvi-Lo, também significa recorrer mais e mais às palavras e mensagens do Evangelho, em que aprendemos a chamar a Deus nosso Pai: um Pai misericordioso, presente, atento, carinhoso. Falar com Ele e escutá-Lo, serena a nossa alma, acalma as nossas iras e impaciências, torna-nos compreensivos e disponíveis.
Se rezamos todos os dias, Deus ouve-nos; nós sentimos os efeitos da oração; os outros dar-se-ão conta de que rezar é indispensável e modifica as pessoas, para bem dos que rezam e de quem convive com elas. | | Fonte: AO |
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  Reflectindo o Evangelho: De certeza que todos nós já tivemos de ir a algum sítio que apenas conhecíamos por nos falarem desse lugar, ou pelas explicações que nos dão para lá chegarmos. Normalmente, quando vamos a algum casamento longe de casa isso acontece. E, pelo caminho, apressados para chegar a tempo e horas à cerimónia, deparamo-nos com várias estradas, com diversos caminhos. E, num momento de maior ansiedade e confusão, deparando-nos com dois caminhos, nem sabemos qual escolher e qual seguir. Ou tiramos à sorte e avançamos destemidamente, ou fazemos um esforço de memória para nos lembrarmos das indicações que nos deram para seguirmos confiadamente para o nosso destino.
Os textos deste Domingo também nos falam de dois caminhos desta nossa vida sempre agitada: um é o caminho da bênção, daqueles que são bem-aventurados por seguirem o Senhor; o outro é o caminho da maldição, o caminho dos que confiam em absoluto «no homem e põe na carne toda a sua esperança» (1.ª leitura). Jesus, no Evangelho, é bem claro sobre o destino de cada um destes caminhos. Aqueles que, nas opções da sua vida, são capazes de escolher o Senhor, configurando-se a Ele, seguem o caminho da bênção que os leva à felicidade, à bem-aventurança eterna. Por seu turno, os que nas decisões concretas da sua vida não se assemelham a Cristo servo, são os que seguem o «conselho do ímpio» e se detêm «no caminho dos pecadores» (ver salmo responsorial) e que o Senhor repreende com todos aqueles «Ai de vós…» do Evangelho, próprios da linguagem profética do Antigo Testamento. | | Fonte: ACaminho.net |
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 XVII DOMINGO DO TEMPO COMUM - A oração: uma luta com Deus Qualquer que seja a religião a que pertençam, os crentes rezam. Também os cristãos rezam. Rezam por quem está doente, por quem não tem um trabalho, pelo filho que anda com más companhias, pelas famílias que não se entendem. Pedem a Deus que mande chuva, abençoe as colheitas, proteja das desventuras.
Hoje em dia, este tipo de oração é ridicularizado por algumas pessoas, deixa indiferentes outras e suscita muitas interrogações nos crentes. Por que motivo rezar, se Deus já conhece aquilo de que precisamos e está sempre disposto a conceder-nos todo o bem?
Até mesmo perante as súplicas mais angustiantes, muitas vezes Ele cala, deixa que os acontecimentos sigam o seu decurso aparentemente absurdo. Tudo procede como se Ele não existisse e o seu inexplicável silêncio leva a exclamar: «Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?» (Sl 22, 2).
O diálogo com Ele chega a assumir tons dramáticos, transforma-se em discussão, em disputa aberta. Jeremias dirige-lhe uma acusação quase blasfema: «Serás para mim como um riacho enganador de água inconstante» (Jr 15, 18). És como as torrentes primaveris que, ao derreter das neves, correm impetuosas, mas nos meses de seca, quando as caravanas de Sabá lá chegam, sedentas, estão áridas, sem água (Jb 6, 15-20).
Quereríamos um Deus complacente, que garantisse os nossos sonhos. Mas Ele, pelo contrário, tenta libertar-nos das nossas ilusões, arrancar-nos às nossas mesquinhices, à nossa rudez, aos desejos vãos, para nos fazer participar dos seus projectos.
A oração torna-se assim uma luta com o Senhor, como a que manteve Jacob, durante toda a noite, junto ao rio Jaboc (Gn 32, 23-33). Sai vencedor quem se rende a Deus.
Para interiorizar a mensagem, repetiremos: - O nosso Pai sabe aquilo de que precisamos. | | Fonte: O Banquete da Palavra / Fernando Armellini : Paulinas Editora |
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 Intenções do Santo Padre - Julho 2010
Justiça na eleição dos governantes. Que em todas as nações do mundo as eleições dos governantes se realizem segundo a justiça, a transparência e a honestidade, respeitando as decisões livres dos cidadãos.
e
Uma cultura urbana de justiça, solidariedade e paz. Que os cristãos se comprometam a oferecer em todo o lado, especialmente nos grandes centros urbanos, uma contribuição válida para a promoção da cultura, da justiça, da solidariedade e da paz.
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Esta semana
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Liturgia das Horas: Sexta-feira I
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